Tive uma primeira conversa com o setor de RH, e depois de passar no teste, com a gestora do setor em que a vaga era destinada dentro da empresa. Ambas as partes foi excelente, me senti muito bem ouvido e acolhido, tudo muito claro e prático. Nenhuma parte do processo me pareceu artificial ou de um modo ''fast food'' onde muitas empresas acabam fazendo desse processo tão automático que até o interesse em fazer parte daquela empresa diminui. Até pra ouvir o ''não'' no final do processo, já que não fui selecionado, me ligaram pra conversar sobre, ao invés daquele email clássico do ''mas não desanime'', que claramente mostra esse automatismo que mencionei, que em alguns casos faz sentido, claro. Responder 500 pessoas uma a uma de maneira independente com certeza gera um trabalho enorme, mas também discordo do outro ''extremo'' que é só copiar e colar um texto pronto. Pra mim é necessário que haja compreensão e humanismo, logo, um equilíbrio entre essas duas coisas. E a Personare foi o melhor exemplo que encontrei nos últimos meses.