A empresa demonstra bastante favoritismo por parte de algumas lideranças, enquanto comportamentos inadequados acabam sendo ignorados pelos gestores e BP’s. O novo formato do ciclo de reconhecimento também deixa a desejar, já que não existe uma atuação tão próxima do RH e os critérios de avaliação não parecem considerar de forma justa as entregas e a performance dos colaboradores.
Em muitos momentos, o reconhecimento aparenta ser mais baseado em preferência pessoal dos líderes do que na efetividade e qualidade do trabalho realizado.
Existe uma alta rotatividade de colaboradores, inclusive de bons profissionais, muito relacionada à resistência da empresa em realizar evoluções salariais compatíveis com as responsabilidades e entregas. A percepção é de que o crescimento interno depende mais da proximidade social com a liderança como participação em eventos, almoços e relações pessoais do que necessariamente de resultados e desempenho profissional.