Pros
Nada que seja memorável no mercado
Cons
A vivência foi caracterizada por um ambiente de gestão bastante desgastante, com sobrecarga contínua, baixa previsibilidade e práticas de liderança muito inconsistentes. Há normalização da pressão excessiva e de situações de conflitos permanentes no dia a dia do trabalho, muitas vezes sem mediação ou espaço seguro para a realização de alinhamentos técnicos. O ambiente dificulta a manutenção de uma dinâmica de colaboração saudável. Com o passar do tempo, assumi responsabilidades muito acima do escopo do meu papel, atuando como liderança técnica, gerenciando múltiplos projetos estratégicos e apoiando decisões relevantes de produto e experiência, sem o devido reconhecimento ou estrutura compatível. Em diferentes momentos, em que havia maior domínio técnico e mais profundidade nas entregas, observava-se dificuldade da liderança direta em lidar com assimetrias de conhecimento, o que gerava tensões, interrupções de fluxo e coerência nas decisões. Tais situações frequentemente evoluíam para conflitos de operação que não eram adequadamente endereçados pela liderança, ocasionando assim um ambiente de instabilidade e desgaste. Vivenciei, também, uma forte centralização de decisões e uma condução de liderança pouco transparente, pouca abertura para questionamentos técnicos e pouca responsabilidade assumida sobre impactos gerados a partir de decisões efetuadas. Outro ponto, a efetivação para regime CLT era tratada de forma pouco clara e com critérios pouco transparentes, o que gerava insegurança e sensação de instabilidade na relação de trabalho. Isso impactava diretamente a confiança no processo e a previsibilidade da trajetória profissional dentro da empresa. A cultura prática não apresenta correspondência com o discurso de valorização de pessoas. O foco estava quase exclusivamente na entrega, mesmo quando isso comprometia a sustentabilidade do trabalho e o bem estar do time.