Nunca imaginei que em pleno 2023 iria participar de uma entrevista em tom de interrogatório como era feito antigamente, ainda mais por outra mulher. A entrevista foi mais voltada em saber sobre minha vida pessoal (se eu sou casada, quantos anos meu filho tem, com quem ele fica, se meu marido trabalha) do que em minhas experiências profissionais, que também foi mais voltada em saber o motivo que sai das empresas anteriores do que os resultados que eu trouxe ou participei enquanto estive nelas, das rotinas e funções que eu fazia. Pior parte foi falar de deus na entrevista, só faltou perguntar minha religião e perguntas ainda mais pessoais. Agradeci e declinei de continuar no processo.